dezembro 1, 2

21 novembro, 2011 at 6:24 pm 1 comentário

1.
neste dezembro eu vou pisar o estio
com toda a truculência do vazio.
2.
me declaro cavalo e pecador
temporais de um corpo inexistente.

em dezembro me caso por amor.

romério rômulo

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o corte da terra o dezembro de Kafka, 1

1 Comentário Add your own

  • 1. inatngivel  |  21 novembro, 2011 às 6:58 pm

    O amor é sempre lindo! Mas em suas cavalgadas e temporais, o poema está além.

    Belíssimo e demais.

    Beijos

    Mirze

    Responder

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