o corte da terra

14 novembro, 2011 at 3:19 am 2 comentários

a vida, solidão, toda impotência
caminha numa pele de novelo
onde ela rasga a carne em desmantelo
a demonstrar ao mundo abstinência.

pudera ser mais torpe e mais estrada
nos meus cavalos, encantos, aguaceiros.

a vida se acabou em quase nada.

romério rômulo

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éguas, aquedutos e estradas dezembro 1, 2

2 Comentários Add your own

  • 1. Mirze Souza  |  14 novembro, 2011 às 6:41 am

    Sublime, Romério!

    A vida é o próprio desmantelo em preto e branco. E sempre acaba em quase nada.

    Demais, o poema!

    Beijos

    Mirze

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  14 novembro, 2011 às 4:39 pm

    “a vida vai morrer de quase nada.” RR

    Responder

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