éguas, aquedutos e estradas

7 novembro, 2011 at 1:41 pm 1 comentário

as musas de concreto sublevadas
são éguas, aquedutos e estradas.

por veias e vielas eu já soube:
fui o último poeta que lhes coube.

em cammonds, cabrais e águas lusas
os meus cavalos se matam nessas musas.

romério rômulo

Anúncios

Entry filed under: Uncategorized.

tarefa, 1 o corte da terra

1 Comentário Add your own

  • 1. Mirze Souza  |  7 novembro, 2011 às 4:18 pm

    Bárbaro, Romério!

    Sua criatividade entre terras éguas e musas vão se elevando a cada dia.

    Beijos

    Mirze

    Resposta

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Trackback this post  |  Subscribe to the comments via RSS Feed


Feeds

novembro 2011
S T Q Q S S D
« out   dez »
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
282930  

RSS Fênix em Verso e Prosa

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

%d blogueiros gostam disto: