à clara moça dos poetas

23 outubro, 2011 at 2:05 pm 2 comentários

sou casto pelo corpo e suas névoas
na rouquidão das guerras que nos partem
nas armas mais sutis que nos magoam

o corpo e a alma das vertentes podres
só me abalam em terras arrasadas
de aço chucro, de cimento aspro.

você é a clara moça dos poetas.

romério rômulo

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musa, 15 tarefa, 1

2 Comentários Add your own

  • 1. mirze  |  23 outubro, 2011 às 2:57 pm

    Que lindo, Romério!

    Existem armas sutis, quase invisíveis que nos magoam mesmo.
    ARRASOU com: ” na rouquidão das guerras que nos partem.”

    UFA! BELÍSSIMO!

    Beijos

    Mirze

    Responder
  • 2. adriana monteiro de barros  |  26 outubro, 2011 às 11:37 pm

    Romério, nos achamos novamente? Que bom ler os seus poemas…melhor agora que voltei a escrever-te.
    beijos
    adriana monteiro de barros

    Responder

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