maradona, virgulino e limeira, 1

18 agosto, 2011 at 9:14 am 2 comentários

1.
eu chamei maradona e virgulino
pra um serviço no couro do sertão
minha alma de santo e de menino
escondida num verso fescenino
se perdeu no primeiro palavrão.
2.
maradona sacou seu dom divino
virgulino vestiu de lampião
zé limeira ferveu no desatino
qualquer deles não tem comparação.

ninguém viu um encontro tão moderno
o sertão é o beco do inferno.

romério rômulo

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Entry filed under: Uncategorized.

maradona torceu o parafuso desmontar a musa, 1

2 Comentários Add your own

  • 1. mirze  |  18 agosto, 2011 às 10:10 am

    Romério!

    Perfeito…ou não. O poema está fantástico. Um esmero na história do sertão. Se no Rio de Janeiro tivesse um Lampião., acho que haveria mais ordem.

    Beijos, poeta!

    Mirze

    Responder
  • 2. Anamélia Fernandes Gonçalves  |  19 agosto, 2011 às 10:24 am

    Que duelo!

    Responder

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