absint, caravaggio, maradona, 1

22 junho, 2011 at 3:26 am 4 comentários

a todos que me dizem ser demente
meu olhar caravaggio maradona:
me desfiz em sermões à beladona
sou secreto, estranho, inclemente

pra dizer a verdade, sempre minto
minha trupe bebe sangue de vestal
sou nas tardes febris do absinto
vil, secreto, estranho, animal.

romério rômulo

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as coisas de Caravaggio, 3 carta a Caravaggio, 4

4 Comentários Add your own

  • 1. Mirze Souza  |  22 junho, 2011 às 7:34 am

    Romério!

    Quem me dera ser demente e escrever como você.
    A segunda parte do poema dá um arrepio.
    Um poema forte, mas belo, como sempre.

    Beijos

    Mirze

    Responder
  • 2. pianissima  |  23 junho, 2011 às 6:19 pm

    p’ra dizer a verdade, acredito em quase tudo, pássaro de fogo.

    Responder
  • 3. Romério Rômulo  |  24 junho, 2011 às 6:31 pm

    “e nas tardes febris do absinto
    sou secreto, estranho, irreal.”

    RR

    Responder
  • 4. Lejânia  |  14 julho, 2011 às 6:02 pm

    Lindos esses versos!!

    sou nas tardes febris do absinto
    vil, secreto, estranho, animal

    Lejânia Bello

    Responder

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