absint, 1

17 abril, 2011 at 8:24 am 1 comentário

a minha abstinência nas insônias
conduz a um pomo só de complacências
e os gomos já retidos nas vigências
são perdas apartadas das colônias.

os cáctus infernais da poesia
só me repisam o corpo nos espinhos
ao me domar a vida em água fria.

vou me enterrar nas losnas e nos vinhos.

romério rômulo

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amor, 1 se eu fosse maradona, 22

1 Comentário Add your own

  • 1. Mirze Souza  |  17 abril, 2011 às 3:25 pm

    Caro poeta!

    A deusa Ártemis anda lhe instigando no sentir o sabor do absinto, bebida com o maior conteúdo alcoolico. Seus poemas surgem num delírio de prazer em viver intensamente!

    Parabéns! Belo poema!

    Beijos

    Mirze

    Responder

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