amor, 1

9 abril, 2011 at 8:24 pm 3 comentários

se o amor que me perverte não me amar
com a vida recurvada, em labirinto
pra amordaçar meu sono de absinto
rasgo o meu corpo e me atiro ao mar.

romério rômulo

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olhar de cabul, 8 absint, 1

3 Comentários Add your own

  • 1. Mirze Souza  |  9 abril, 2011 às 8:45 pm

    Poeta Romério!

    Seu amor tem aumentado a cada poema. Sei que a recíproca é verdadeira. E só mesmo no sono você poderá rasgar o corpo e depois se atirar ao mar.

    Lindo poema de amor-amar!

    Beijos

    Mirze

    Responder
  • 2. Ana  |  14 abril, 2011 às 10:58 am

    Adoro a sua poesia. Quanto mais curta, mais densa!
    Beijo

    Responder
  • 3. Roberta  |  14 abril, 2011 às 5:19 pm

    Romério, que coisa linda, densa, pregnante. Assim é doce morrer no mar.. Te deixo um pouco de sargaço mar:

    Deusa de amor, deusa do mar
    Vou me atirar, beber o mar
    alucinado, desesperar
    Querer morrer para viver
    Com Iemanjá

    Responder

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