absint, 2

2 abril, 2011 at 3:06 am 3 comentários

a bala da vingança arde na pele
no rastro do inferno, pelos quintos
o pulso bate duro no meu dente
o ferro, corrimão, só me destroça
o corpo, meu irmão, cabe na fossa
da carne tatuada de absintos.

romério rômulo

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casa vazia, 1 olhar de cabul, 8

3 Comentários Add your own

  • 1. Selenia G.  |  2 abril, 2011 às 3:44 am

    Poeta Maior, Romério Rômulo.

    Responder
  • 2. Mirze Souza  |  2 abril, 2011 às 7:46 am

    Maravilha, Romério!

    Que vingança!!!! A bala ardendo na pele,o corpo destroçado por um ferro….Pelo menos a tatuagem era de absinto.

    Beleza de soneto em outra forma!

    Beijos

    Mirze

    Responder
  • 3. Marcos Pizano  |  3 abril, 2011 às 2:22 am

    a pele arde, o dente dói, o corpo destroça, a carne fala… seu o poema é ótimo… absinto até raiva de não ter coragem diante da tatuagem

    Responder

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