sujo, feio, maldito

24 fevereiro, 2011 at 2:42 pm 3 comentários

o meu verso é um estrago
na linha do meu pescoço
o meu dente, só um bago
o meu corpo, puro osso

minha boca de ariranha
minha mão atropelada
minha ferida medonha
a minha pele rasgada

renasço. a cara lamenta
pelo buraco em que vim
e a minha vida nojenta
explode dentro de mim.

romério rômulo

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30 colunas a fala do Freud

3 Comentários Add your own

  • 1. Mirze Souza  |  24 fevereiro, 2011 às 3:31 pm

    AH! NÃO!

    Bem, os versos são perfeitos porque você não erra. <as ,eu poeta não é nada disso. Esse poema é uma mentira. Que idéia!

    Beijos, Romério!

    Mirze

    Responder
  • 2. Natália Nunes  |  25 fevereiro, 2011 às 4:59 pm

    “o meu verso é um estrago”

    que bonito isso!

    mas o poema todo, a sonoridade das rimas, é muito bom.

    Responder
  • 3. Paulo KLEIN  |  22 março, 2011 às 1:46 am

    Sempre bom passear por aqui Romério Rômulo Romeu, poeta q ñ é meu…rsrs Parabéns por seu trabalho poético, por sua sensibilidade fina e ‘triscante’. Vida longa aos Poetas. Abss

    Responder

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