fragmento de desarmar a morte

29 janeiro, 2011 at 11:15 am 2 comentários

se todos morremos na estrada
o quê fazer dos caminhos?
vou desarmá-los, amada!

-vou afogar-me nos vinhos-

vou fazê-los horizontes
com o meu pulso de sol
repisar algumas pontes
anunciadas em vôo
de morcego, bacurau
o meu desvio de rota
o meu cavalo de pau.

se todos morremos na estrada
o quê fazer dos caminhos?
vou desarmá-los, amada!

romério rômulo

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se eu fosse maradona, 11 se eu fosse maradona 12, fragmento em elipse

2 Comentários Add your own

  • 1. Mirze Souza  |  29 janeiro, 2011 às 11:32 am

    MARAVILHA!

    Romério, tudo você vai poder com o seu pulso de sol. Transformar caminhos em horizontes…[Máxima das máximas].

    Apaixonante poema!

    Beijos

    Mirze

    Responder
  • 2. Katyuscia Carvalho  |  29 janeiro, 2011 às 3:10 pm

    Poeta, não teve jeito: meus pés fincaram neste teu poema por um longo percurso de contemplação…

    Tua linguagem nos chama a alguma raiz – e tem asa.

    Um beijo.

    Responder

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