mata e pelo

20 fevereiro, 2010 at 6:10 pm 5 comentários

 

tua noite de gardênia, tênue
estátua, diz a mata e o pelo.
teu ego, um gelo de canhão
dilata, esmaga. em coração.

quando verteres teus olhos, lacerada
a tua boca vai dizer de mim,
tango, moita,a tua fala, amada,
como os rasos da alma me revelam.

pútrida fala, estirpe mais que dura,
vara travada, de ti todos esperam!

(mata e pelo)

[Per Augusto & Machina]

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quando a noite ramifica para bibi e dodó

5 Comentários Add your own

  • 1. Ana  |  20 fevereiro, 2010 às 7:25 pm

    Lindo! Forte, apesar do perfume de gardénia.
    bj

    Responder
  • 2. assis freitas  |  21 fevereiro, 2010 às 10:07 am

    De doer. Porque a beleza dói de forma implacável. Abraço.

    Responder
  • 3. líria porto  |  22 fevereiro, 2010 às 10:36 am

    belo como um tango! agudo como a ponta do punhal!
    besos

    Responder
  • 4. Adriana Godoy  |  22 fevereiro, 2010 às 11:35 am

    um belo bolero em forma de poesia. beijo

    Responder
  • 5. Adélia Carvalho  |  19 março, 2010 às 12:01 am

    A boca dizendo assim, como descreve, é mais que palavra, é vontade! Lindo demais.
    Abraços.

    Responder

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