quando a noite ramifica

14 fevereiro, 2010 at 9:29 pm 5 comentários

 

meus ossos, extrato do meu corpo,
o meu cabelo, a linha da manhã,
os dedos, pincéis que só respiro
se detiveram em entrave.

meus ossos são loquazes.
meu olhar, duro do frio da vida,
quando a noite ramifica ternuras.

(quando a noite ramifica)

[Per Augusto & Machina]

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noite e ruptura mata e pelo

5 Comentários Add your own

  • 1. Adélia Carvalho  |  15 fevereiro, 2010 às 12:20 pm

    E seu poema faz de cada parte de ti (e de todos) algo maior e mais cheio de significado, sutilizas que um olhar descuidado é incapaz de perceber…

    Responder
  • 2. Adriana Godoy  |  16 fevereiro, 2010 às 11:07 am

    quando a noite ramifica ternuras, você produz linda poesia. beijo.i

    Responder
  • 3. roberto lima  |  16 fevereiro, 2010 às 10:28 pm

    romério,
    quando te descubro doce, te descubro mais fundo-profundo, trespasso – mesmo que você finja não permitir – , leitor, a epiderme da sua armadura.
    gosto, cada vez mais, das palavras que você dá à luz.

    te abraço, todo afeto e admiração,
    roberto lima.

    Responder
  • 4. Luísa Alves  |  17 fevereiro, 2010 às 5:33 pm

    Poeta! Adorei conhecer o blog também. Bom aproximar de pessoas com cabeça arejadas na blogosfera. Respondi seu comentário lá. Abraço!

    Responder
  • 5. líria porto  |  19 fevereiro, 2010 às 10:45 am

    outro belo poema.
    besos

    Responder

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