a vida pela vida se me doa

26 janeiro, 2010 at 10:15 am 6 comentários

 

carrego a morte. o rumo que lhe dou
tem a atroz adjacência de montanha
que, carga sobre carga, se arreganha
pelo caminho, espaço do meu vôo.

quando felina a morte me atordoa.

(a vida pela vida se me doa)

[Per Augusto & Machina]

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da tua solidão moer todo o corpo

6 Comentários Add your own

  • 1. Adriana Godoy  |  26 janeiro, 2010 às 6:24 pm

    Exato , preciso e poesia. Bj

    Responder
  • 2. Ana  |  26 janeiro, 2010 às 7:17 pm

    Todos carregamos a «felina morte» e tu sabes dizê-lo.
    Beijo

    Responder
  • 3. Janaína Amado  |  27 janeiro, 2010 às 12:22 pm

    Quando felina, a morte também me atordoa.
    Lindo poema, Romério. Estou começando a achar que é melhor ler os poemas de “Per Augusto” aqui, um a um, soltos, do que todos juntos, no livro. Lá, me senti não pouco, mas muito atordoada com tão boa poesia junta.

    Responder
  • 4. Talita Prates  |  27 janeiro, 2010 às 7:17 pm

    vim retribuir e agradecer a visita.

    Um bjo,
    e paz!

    Responder
  • 5. Adélia Carvalho  |  31 janeiro, 2010 às 9:59 am

    Carregar a morte é tarefa árdua, da qual não temos o poder de abdicar, mas escrever tão lindamente sobre esse fardo é admirável.
    Abraços

    Responder
  • 6. Filoxera  |  11 fevereiro, 2010 às 8:40 am

    Que a felina morte venha tarde, para dar tempo à vida para ser vivida.

    Responder

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