cavalo

30 outubro, 2009 at 8:05 am 15 comentários

cavalo é uma forma impura, quase louca
de gritar na carreira dos cerrados
a inanição do homem, pura boca
quando os peões estréiam seus recados.

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puro antro guerrilheiro, berra

15 Comentários Add your own

  • 1. nina rizzi  |  30 outubro, 2009 às 10:29 am

    eita, esse é om demais, hein. gosto demais dos cavalos. ser cavalo é me ser uniforme.

    beijo, poeta.

    Responder
  • 2. Larissa Marques  |  30 outubro, 2009 às 1:48 pm

    passeando em suas letras!
    abraços!

    Responder
  • 3.  |  30 outubro, 2009 às 6:35 pm

    Sempre o Belo… MTO BELO …

    bom fim semana
    !menso beijinho

    Responder
  • 4. Ana  |  30 outubro, 2009 às 7:35 pm

    O poeta é excelente!
    Beijo

    Responder
  • 5. Adriana Godoy  |  30 outubro, 2009 às 10:19 pm

    o homem ainda mais…

    Responder
  • 6. Graça Pires  |  1 novembro, 2009 às 11:09 am

    Um poeta é um cavalo à solta que nunca volta ao ponto de partida…
    Um abraço.

    Responder
  • 7. Janaina Amado  |  2 novembro, 2009 às 9:39 pm

    Eu adoro esses seus poemas doidos.

    Responder
  • 8. Bipede-Implume  |  4 novembro, 2009 às 2:46 pm

    Os meus parabéns, caro Romério pelo seu novo livro.
    O maior sucesso para um poeta muito merecedor.
    Grande abraço.
    Isabel

    Responder
  • 9. decio bettencourt  |  5 novembro, 2009 às 9:50 am

    Romério,
    passei para (mais uma vez) apreciar a habilidade com que vai tecendo e polindo palavras poéticas.
    Parabéns por “Per Augusto & Machina”.

    Responder
  • 10. Fred Matos  |  9 novembro, 2009 às 9:05 am

    Perfeito, Romério.
    Ótima semana.
    Grande abraço.

    Responder
  • 11. Hercília Fernandes  |  9 novembro, 2009 às 8:53 pm

    Romério,

    cada vez mais encantada com o Per Augusto & Machina. A cada leitura um desafio e descobrimento, um universo de coisas a se desvendar.

    Grata pelo envio dos livros, estou amando, cada vez mais, a sua poesia.

    Beijos 🙂
    H.F.

    Responder
  • 12. Gerinho da Terra  |  10 novembro, 2009 às 12:45 pm

    Poxa Romério, sem babação de ovo confesso, é um prazer ter você dando uma olhanda meu blog.
    Sempre leio seus poemas no Nassif também.
    Abraço.
    Gerinho

    Responder
  • 13. Meg  |  11 novembro, 2009 às 2:48 pm

    Romério,

    Subscrevo a Janaína Amado… adoro os teus poemas loucos!
    E não me perguntes porquê, que eu não sei!

    Um beijo

    meg

    Responder
  • 14. Bruna Mitrano  |  11 novembro, 2009 às 5:18 pm

    Lindo isso.
    Um abraço, caro Romério.

    Responder
  • 15. Carla  |  23 novembro, 2009 às 10:21 am

    cavalo é força, insânia, selvageria e, às vezes, alguma resignação. mas sempre na iminência de.

    Responder

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