13 julho, 2009 at 8:30 am 3 comentários

despojado em reticências da vida.
virgulas lhe atribulam, e fala.
tem epicentro de pedra. cai ladeira
como se ladeira fosse: compacto
de mais fazer o piso.
não, se lançado alhures, do vento,
por mais saber a lírica da flor.

no quadro esmaga, ânsia de luta,
sua fala compacta de luzes.

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Entry filed under: Matéria Bruta.

campos, geraes texto da revolução contida

3 Comentários Add your own

  • 1. Ana  |  14 julho, 2009 às 5:50 pm

    Excelente, meu amigo que tem« epicentro de pedra».
    beijo

    Responder
  • 2. Roberta  |  6 agosto, 2009 às 9:36 am

    Há brutas matérias que já são jóias! “Fala compacta de luzes”, o poema contém sua melhor definição.

    Responder
  • 3. Anderson Dantas  |  27 agosto, 2009 às 10:12 am

    Romério, caro colega, às vezes tua voz, teu canto, me remetem a João Cabral de Melo Neto. Abraços.

    Responder

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