“meu coração tem halo de cavalos”

2 julho, 2009 at 8:00 am 5 comentários

carranca de cerrado é que mais noite,
turva noite, noite travada de fantasma.

ser fantasma é como adjacências.

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Entry filed under: Matéria Bruta.

per augusto

5 Comentários Add your own

  • 1. Natália Nunes  |  2 julho, 2009 às 12:41 pm

    mas que bonito isso.
    me lembra a verve lusitana.

    gostei daqui.
    🙂

    Responder
  • 2. meg  |  2 julho, 2009 às 2:04 pm

    Romério,

    Tuas palavras, teus poemas, teus sentires,
    acompanham-me nesta visita avulsa e
    quase roubada…
    mas me enchem de prazer.

    Beijo de saudade
    meg

    Responder
  • 3. Lou  |  3 julho, 2009 às 10:48 pm

    É sempre um prazer apreciar a sua poesia, meu caro!

    Abraços

    Responder
  • 4. Aroeira  |  7 julho, 2009 às 1:56 pm

    à la guimarães rosa, este, hein?

    Responder
  • 5. NaMaria  |  21 agosto, 2009 às 7:51 pm

    Que pena que aqui não tem como ‘favoritar’ um post. O teu poema me fez quadros.
    Desta página esta é minha favoritíssima. Agora irei para as outras, pouco a pouco.
    Muito agradecida pela visita em minha casa que, ao contrário daqui, só tem brutalidades.
    Bj.

    Responder

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