álvaros amplos de dizer

30 março, 2009 at 7:00 am 88 comentários

a noite azeda comandava flores.

subalterno do tempo, outros vindos,
sabiam da poesia ser chuva.
gritos, moedas, álvaros, tão amplos
de dizer.

quanto de encanto cabe cada olho?
corpo é viés, planta rebatida
por sono avaro. outrora vi rompantes
ciganos serem homens.
se vindos, mais couberam em asas.
anjos todos, em ritmo fatal.

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Entry filed under: Matéria Bruta.

a paixão do poeta ROMÉRIO RÔMULO: o cantador de mistérios em Vila Rica

88 Comentários Add your own

  • 1. Nydia  |  30 março, 2009 às 10:17 am

    A poesia pode ser tudo. E muito mais. Tão amplos os horizontes do dizer…
    Bjs.

    Responder
    • 2. Romério Rômulo  |  30 março, 2009 às 11:32 pm

      nydia:
      esses horizontes são vastos.
      um beijo.
      romério

  • 3. pedrita  |  30 março, 2009 às 10:24 am

    oi romério, vim retribuir a visita. bonito layout, belas poesias. beijos, pedrita

    Responder
    • 4. Romério Rômulo  |  30 março, 2009 às 11:34 pm

      pedrita:
      o lay out é da poeta renata nassif.
      um beijo.
      romério

  • 5. Graça Pires  |  30 março, 2009 às 11:04 am

    Sabiam da poesia ser chuva… E sabiam bem.
    Um abraço.

    Responder
    • 6. Romério Rômulo  |  30 março, 2009 às 11:35 pm

      graça pires:
      poesia e chuva são siamesas.
      meu abraço.
      romério

  • 7. líria porto  |  30 março, 2009 às 11:18 am

    “quanto de encanto cabe cada olho?”

    há versos que valem um poema!
    besos

    Responder
    • 8. Romério Rômulo  |  30 março, 2009 às 11:37 pm

      líria:
      sabe-se lá quanto vale um olho?
      um beijo.
      romério

  • 9. Moacy Cirne  |  30 março, 2009 às 4:26 pm

    Como se disse, “a poesia pode ser tudo”. E o que um tal de Romério Romário está fazendo n’O Livro dos Livros?

    Abraços.

    Responder
    • 10. Romério Rômulo  |  30 março, 2009 às 11:41 pm

      moacy:
      pode ser tudo,claro.
      o tal romério romário me pareceu um vermelho desvairado.
      cuidado com ele.
      um grande abraço.
      nos veremos no rio.
      romério

  • 11. Beta  |  30 março, 2009 às 6:02 pm

    Que coisa linda! Emocionante te ler. Cada poema mais revelador que outro. Com que delicadeza define as infinitas possibilidades do fazer poético, e com que urgência perscruta encantos em cada alma, anjos ciganos que somos.

    Responder
  • 12. Adrianna Coelho  |  30 março, 2009 às 9:51 pm

    “sabiam da poesia ser chuva.
    gritos, moedas, álvaros, tão amplos
    de dizer.”

    a poesia é tudo! como ando ouvindo e vendo isso..

    que saudade de ler vc, romério!

    beijos

    Responder
  • 13. Romério Rômulo  |  30 março, 2009 às 11:43 pm

    beta:
    sua fala é pura poesia.
    romério

    Responder
  • 14. Romério Rômulo  |  30 março, 2009 às 11:46 pm

    adrianna:
    apareça mais.a poesia não é tudo,mas é bastante.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 15. nina rizzi  |  31 março, 2009 às 12:55 pm

    seus poemas me dão vontade de recitá-los. de comê-los, vestí-los, entranha-los. cabem na ponta da minha língua. transbordam minha alma. este precisei re-ler umas tantas vezes. e sei que volto a re-lêlo.

    sei que me dá cheiros de murta.

    besinté.

    oh, obrigada pela visista e comentário. lisonjeiro, visse 😉

    Responder
    • 16. Romério Rômulo  |  31 março, 2009 às 7:06 pm

      nina:
      bom sinal essa postura dos poemas,os resultados que dão
      em você.
      o comentário que te fiz é pertinente.
      um beijo.
      romério

  • 17. A. Zarfeg  |  31 março, 2009 às 3:10 pm

    Oi, RR:

    Inicialmente, a construção “álvaros amplos de dizer” me lembrou Fernando Pessoa, sobretudo o heterônimo Álvaro de Campos.

    Que nada, Campos era engenheiro de profissão e, esteticamente, decadentista, futurista, sensacionista, pessimista.

    Que tal Alberto Caieiro, heterônimo ligado à natureza que se negava, terminantemente, a filosofar? Para quem o segredo da vida está em ver as coisas, olhar as coisas, comer as coisas com os olhos…

    Com efeito, esses “álvaros amplos de dizer” me lembraram Caieiro. Mas a referência fica só nisso. Pois, enquanto Caieiro se apega à natureza e abdica de todo e qualquer filosofar, a poesia de RR (um dos seus grandes méritos é) funde elementos da natureza com um discurso filosófico (à maneira de um Guimarães Rosa ou um Manoel de Barros), diga-se de passagem.

    “… a noite azeda comandava flores.”

    É ou não é inovador escrever assim, poetar assim, usando e abusando das sinestesias? Em que os sentidos do paladar e olfato são misturados com a melhor das intenções: sensibilizar os gostos.

    E assim por diante, sempre atento à invenção lingüística, não no sentido de criar neologismos, mas de brincar com os signos de maneira inovadora e sugestiva – de tal sorte que o regional se nos afigura universal (olha o Rosa aí de novo, gente!). De maneira que é sempre um prazer ler e reler os poemas de RR. E até mais ver.

    (A. Zarfeg)

    Responder
    • 18. Romério Rômulo  |  31 março, 2009 às 7:12 pm

      zarfeg:
      seu comentário é para ser visto com cuidado.
      até mais ver.
      um abraço.
      romério

  • 19. meg  |  31 março, 2009 às 3:25 pm

    Romério,

    corpo é viés, planta rebatida
    por sono avaro

    tento quase desesperadamente entrar nos
    escaninhos dos teus versos…
    conseguirei?

    Um beijo

    Responder
  • 20. Romério Rômulo  |  31 março, 2009 às 7:15 pm

    meg:
    entrar nos escaninhos disso?com desespero?
    uma conterrânea do bardo mulherengo,camões,vai fundo nisso.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 21. vieira calado  |  31 março, 2009 às 8:44 pm

    Há quem chame hermética a este tipo de poesia.

    Mas não é.

    Eu percebo o que aí está.

    Cumprimentos

    Responder
  • 22. Romério Rômulo  |  31 março, 2009 às 9:36 pm

    vieira calado:
    obrigado pela vinda e pelas palavras.
    cumprimentos.
    romério

    Responder
  • 23. Betty  |  31 março, 2009 às 11:59 pm

    .________querido Romério

    a poesia

    é

    um_______”SER” completo

    que se completa em si______infinitamente

    adorei!

    ___________///

    beijO______ternO

    Responder
  • 24. Sergio Andrade  |  1 abril, 2009 às 11:55 am

    Olá, Romério!
    Retribuindo a visita. Belas poesias, depois voltarei para ler com mais tempo.
    Abraço!

    Responder
  • 25. Romério Rômulo  |  1 abril, 2009 às 12:43 pm

    betty:
    a poesia se esforça.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 26. Romério Rômulo  |  1 abril, 2009 às 12:46 pm

    sérgio andrade:
    você que é da turma do cinema,em especial,reapareça mesmo.
    um grande abraço.
    romério

    Responder
  • 27. Bianca  |  1 abril, 2009 às 4:20 pm

    Sua casa é belíssima!

    Sua escrita tem vida…

    Lugar bom de se estar…

    B.E.I.J.O.S

    Responder
    • 28. Romério Rômulo  |  1 abril, 2009 às 11:12 pm

      bianca:
      o desenho da casa é da poeta renata nassif.
      a sua presença é uma festa.
      um beijo.
      romério

  • 29. Ana  |  1 abril, 2009 às 6:13 pm

    «sono avaro», belo e significante.
    bj

    Responder
    • 30. Romério Rômulo  |  1 abril, 2009 às 11:13 pm

      ana:
      o meu sono é avaro.
      um beijo.
      romério

  • 31. Bipede-Implume  |  1 abril, 2009 às 7:03 pm

    Já andava com saudade de respirar a tua poesia porque tal como a chuva que é poesia, o melhor mesmo é senti-la.
    Grande abraço.
    Isabel

    Responder
    • 32. Romério Rômulo  |  1 abril, 2009 às 11:14 pm

      isabel:
      a sua ausência foi sentida.
      um abraço.
      romério

  • 33. Mariana  |  1 abril, 2009 às 9:10 pm

    “quanto de encanto cabe cada olho?”

    caro romério,

    sigo sendo sua fã.

    abraço

    Mariana

    Responder
    • 34. Romério Rômulo  |  1 abril, 2009 às 11:15 pm

      mariana:
      só cabe agradecer.
      um abraço.
      romério

  • 35. Hercília Fernandes  |  2 abril, 2009 às 5:06 pm

    “quanto de encanto cabe cada olho?”, já que se “sabiam da poesia ser chuva”…

    Belíssimo, Romério. Mais um lindo canto reflexivo-poético.

    Forte abraço,
    H.F.

    Obs.: Estou no aguardo… sei que virão coisas muito boas.
    Beijos.

    Responder
  • 36. Romério Rômulo  |  2 abril, 2009 às 7:55 pm

    hercília:
    obrigado,mais uma vez.
    na próxima semana,compromisso definitivo,as respostas
    estarão com você.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 37. líria porto  |  3 abril, 2009 às 12:02 am

    estou em curitiba até domingo – quando voltar a ouro preto, te ligo. falei hoje com a lia, que bom que se conheceram!
    besos

    Responder
    • 38. Romério Rômulo  |  5 abril, 2009 às 1:04 pm

      líria:
      dê notícias.
      um beijo.
      romério

  • 39. Mirse  |  4 abril, 2009 às 4:54 am

    Romério, vim retribuir a visita, e conhecer mais a poesia daquele que anseio a entrevista com Hercília. Outro motivo, foi para conhecer o RR que faz parte da assembléia do Balaio, junto comigo.
    O seu poema é um canto, ou uma ode difícil de revelar, devido às inversões.
    O belo e o raro me atrem, e neste verso “corpo é viés”…”outrora vi
    rompantes ciganos serem homens. se…”, PAREI. Refleti na essência do ato da criação poética condicionalmente.
    Enfim fique encantada! Serei sua fã incondicional.

    Um forte abraço

    Mirse

    Responder
  • 40. Mirse Maria S Albuquerque  |  4 abril, 2009 às 5:03 am

    Romério, vim retribuir a visita e conhecer o Poeta que irei compreender melhor na entrevista. O primeiro comment, que fiz esmiuçando versos, não foi incluso, por dizer-se repetido.
    Mas me encantei com o raro e o belo, fundamentos que para mim, viscejam num poeta.

    Parabéns, seguirei sendo sua fã.

    Belíssimo canto ou ode!

    Um forte abraço

    Mirse

    Responder
    • 41. Romério Rômulo  |  5 abril, 2009 às 1:07 pm

      mirse:seus dois comentários me tocam.na assembléia do
      balaio o todo-poderoso precisa ser enquadrado.
      um abraço.
      romério

  • 42. Alcinéa Cavalcante  |  4 abril, 2009 às 11:07 pm

    Meu caro amigo Romério,
    tua poesia sempre me encanta.
    Bom domingo.

    Responder
    • 43. Romério Rômulo  |  5 abril, 2009 às 1:09 pm

      alcinéa:
      este seu desaparecimento merece explicações.
      obrigado.um grande abraço.
      romério

  • 44. mariza  |  4 abril, 2009 às 11:38 pm

    amplos de dizer… e você diz, Romério.

    belo.

    já espiou a nova edição da Germina? está linda.

    beijão.

    Responder
  • 45. mariza  |  4 abril, 2009 às 11:39 pm

    não estou conseguindo comentar em seu blogue… 😦

    Responder
  • 46. Romério Rômulo  |  5 abril, 2009 às 1:21 pm

    mariza:
    já andei pela germina.bonita,como sempre.vou encaminhar algum material novo para vocês.mando pelo aloise?
    o que será que este blog tem contra você para dificultar comentários?vou verificar.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 47. françois  |  5 abril, 2009 às 1:46 pm

    pois é, Romério, até achei que ficou faltando eu falar qualquer coisa ainda, mas o filme é tão do bonito que eu fiquei perplexo. não perde não. abraço!

    Responder
    • 48. Romério Rômulo  |  6 abril, 2009 às 11:36 pm

      françois:
      sou ligado no clint eastwood desde os primeiros filmes.
      um abraço.
      romério

  • 49. Marcello  |  6 abril, 2009 às 11:12 pm

    Caro Romério, pagando a visita… E pagando com prazer, pois… ah! não há o que dizer, só há o que fruir.

    Responder
    • 50. Romério Rômulo  |  6 abril, 2009 às 11:37 pm

      marcello:
      muito obrigado.
      romério

  • 51. gisela rosa  |  8 abril, 2009 às 5:38 am

    “sabiam da poesia ser chuva”

    Adorei Romério.

    Um abraço para você

    Responder
    • 52. Romério Rômulo  |  8 abril, 2009 às 2:17 pm

      gisela:
      esta poesia aos pingos !
      obrigado.
      um abraço.
      romério

  • 53. mariza  |  8 abril, 2009 às 12:15 pm

    Romério querido,

    caso não se importe, prefiro que envie o material diretamente para mim. ou, então, para a Silvana.
    meu e-mail:
    marizalourenco@uol.com.br

    feliz em tê-lo sempre na germina. 🙂

    beijo.

    Responder
  • 54. Romério Rômulo  |  8 abril, 2009 às 2:19 pm

    mariza:
    acertado.encaminharei pra você,neste endereço.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 55. adelaide  |  9 abril, 2009 às 7:07 pm

    Sempre inovador e renovado, Romério. Sempre um poeta de liberdade e amplidão. Abraço, boa Páscoa.

    Responder
    • 56. Romério Rômulo  |  11 abril, 2009 às 11:12 am

      adelaide:
      liberdade e amplidão são necessidades.
      um abraço.
      romério

  • 57. Bipede-Implume  |  9 abril, 2009 às 9:03 pm

    Uma Páscoa muito feliz .
    Abraços, muitos.
    Isabel

    Responder
    • 58. Romério Rômulo  |  11 abril, 2009 às 11:13 am

      isabel:
      um abraço grande.obrigado.
      romério

  • 59. CRIS LIMA  |  11 abril, 2009 às 12:19 am

    “quanto de encanto cabe cada olho?”
    Cabe o tanto de beleza que vemos no outro
    Tua sempre admiradora
    Cris Lima

    Responder
    • 60. Romério Rômulo  |  11 abril, 2009 às 11:15 am

      cris lima:
      as belezas e os desastres no olho são sempre.
      romério

  • 61. meg  |  11 abril, 2009 às 5:00 am

    Romério,

    Passei correndo, apenas para te desejar uma boa Páscoa num abraço.

    Beijo
    meg

    Responder
    • 62. Romério Rômulo  |  11 abril, 2009 às 11:16 am

      meg:
      atenue esta correria.
      um beijo.
      romério

  • 63. Moacy Cirne  |  12 abril, 2009 às 1:11 am

    Puxa, quantos comentários, meru caro. Ótimo! Ah, sim, há um poema sdeu no Balaio.

    Abraços.

    Responder
    • 64. Romério Rômulo  |  13 abril, 2009 às 8:58 pm

      moacy:
      sou leitor cativo do balaio.
      um abraço.
      romério

  • 65. Mirse  |  12 abril, 2009 às 4:12 am

    Bravíssimo!
    Romério, este foi o mais lindo poema que já li . Um poema VIVO sobre a paixão de Cristo. Moedas, um foco enviesado em cada olhar…

    Parabéns, grande poeta!

    Feliz Páscoa

    Um forte abraço
    Mirse

    Responder
    • 66. Romério Rômulo  |  13 abril, 2009 às 8:59 pm

      mirse:
      muito obrigado.
      um grande abraço.
      romério

  • 67. Pedro Lobato P. Moura  |  13 abril, 2009 às 8:27 pm

    Um abraço! mergulhado na matéria bruta…

    Responder
    • 68. Romério Rômulo  |  13 abril, 2009 às 9:00 pm

      pedro:
      breve sai o “per augusto & machina”.a embocadura está
      interessante.
      um abraço.

  • 69. Lou Vilela  |  15 abril, 2009 às 11:35 pm

    Romério,

    Vim retribuir a visita e agradecer o interesse pela leitura.

    Parabéns pelo espaço tão bem cuidado, recheado de belas produções.

    Um grande abraço,
    Lou

    Responder
  • 70. Lady Cronopio  |  16 abril, 2009 às 12:12 pm

    Tão bonito isto…
    Gosto muito da forma como você encadeia as palavras.
    Grata por suas visitas no meu blog.
    Apreciei as mudanças por aqui.
    Abraços

    Responder
    • 71. Romério Rômulo  |  6 maio, 2009 às 9:33 pm

      lady:
      você é por demais desaparecida.
      um abraço.
      romério

  • 72. Maria Clara  |  16 abril, 2009 às 1:30 pm

    “poesia é chuva”. Linda definição. Grandioso poema!

    Encantada com sua poesia.

    Beijos,
    Maria Clara.

    Responder
    • 73. Romério Rômulo  |  6 maio, 2009 às 9:35 pm

      maria clara:
      um obrigado tardio.um beijo.
      romério

  • 74. Mário Mendonça  |  18 abril, 2009 às 9:42 am

    Grande Guerreiro

    A dor e a felicidade, fazem parte da matéria.

    São ligas, ímã.

    Abraços

    Responder
    • 75. Romério Rômulo  |  6 maio, 2009 às 9:36 pm

      mário:
      são ligas,sim.
      um abraço.
      romério

  • 76. meg  |  18 abril, 2009 às 10:31 am

    Romério,

    O meu pensamento vai para a tua longa ausência…
    Novidades para breve?
    Espero que esteja tudo bem.

    Beijo
    meg

    Responder
  • 77. fernando  |  23 abril, 2009 às 4:35 pm

    sempre me fiei
    sem desconto algum
    que é da natureza dos anjos serem fatais…

    evoé, meu caro poeta!

    Responder
    • 78. Romério Rômulo  |  6 maio, 2009 às 9:37 pm

      fernando:
      esses anjos!
      salve.
      romério

  • 79. Mirse  |  25 abril, 2009 às 11:26 am

    Romério,
    Não é comment.

    Hoje é aniversário da Hercília. Estou fazendo o que ela pediu.
    Quer de presente, poemas de amigos.
    Pode enviar por email, ou no site http://www.hfdiantedoespelho.blogspot.com

    Se puder….

    Abraços

    Mirse

    Responder
    • 80. Romério Rômulo  |  6 maio, 2009 às 9:38 pm

      mirse:
      cumpri a tarefa.
      um abraço.
      romério

  • 81. roberta  |  1 maio, 2009 às 9:17 am

    Oi, obrigada pela leitura. Não entendi seu comentário. mas está valendo!!!

    Responder
    • 82. Romério Rômulo  |  1 maio, 2009 às 2:45 pm

      roberta:
      fui ao comentário me certificar.me lembrei que, faz tempo,
      estive no seu blog e suponho ter escrito algo.seria,pois,
      a volta.
      romério

  • 83. taninha  |  1 maio, 2009 às 7:46 pm

    Olá, Romério.

    Passando para rever seu espaço. Faz tempo que estive aqui.

    Nossa, quanta poesia boa eu perco de ler!!

    Um abraço,
    Taninha

    Responder
  • 84. Romério Rômulo  |  2 maio, 2009 às 6:11 pm

    pois,taninha,apareça mais.e muito obrigado.
    um abraço.
    romério

    Responder
  • 85. Silêncio Culpado  |  3 maio, 2009 às 3:19 pm

    Conheci-o através da MEG – Recalcitrante e logo a força das palavras me tornou sua companheira. Por aqui passo, muitas vezes de rompante, não comento mas levo a alma cheia.

    Abraço

    Responder
    • 86. Romério Rômulo  |  6 maio, 2009 às 9:40 pm

      silêncio:
      eu já te conhecia da meg,sem dúvida.
      um abraço.
      romério

  • 87. Dimas Roque  |  5 maio, 2009 às 10:12 am

    Obrigado pela visita ao meu Blog.

    Cadê Dalila de Ivete Sangalo:
    A original:

    O plágio:

    A pedidos de leitor Romério Rômulo.

    Responder
  • 88. Romério Rômulo  |  6 maio, 2009 às 9:41 pm

    dimas:
    você acertou.plágio grosso.
    obrigado.
    um abraço.
    romério

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