estas ruas, estas voltas soltas

5 novembro, 2008 at 8:24 pm 23 comentários

minha ouro preto é feroz
como o corpo que se mata.
de luzes não reveladas
de astros não-todo-ditos
de falas secas na noite.
cidade de inconfidências
e revezes
ouro preto, esfarelada
de chuvas e mãos varadas
por turbulências e pragas.

(per augusto)

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ponte: contos quando manhã te nasce

23 Comentários Add your own

  • 1. patricia caldas  |  6 novembro, 2008 às 7:35 pm

    oi,
    esta ouro preto também é minha.
    sua musa.
    amor.
    pa

    Responder
  • 2. CRIS LIMA  |  6 novembro, 2008 às 9:03 pm

    EITA SAUADADE!

    Responder
  • 3. leila andrade  |  7 novembro, 2008 às 10:59 am

    o ar da cidade sempre nos atinge particularmente, o sentrimento do lugar permanece em nós.
    Bjo, querido.

    Responder
  • 4. Romério Rômulo  |  7 novembro, 2008 às 11:35 am

    pat:
    as musas têm todos os direitos.um beijo.romério

    Responder
  • 5. Romério Rômulo  |  7 novembro, 2008 às 11:36 am

    cris lima:
    a saudade aí é positiva.romério

    Responder
  • 6. Romério Rômulo  |  7 novembro, 2008 às 11:38 am

    leila andrade:
    a cidade marca.em vários sentidos.um beijo.romério

    Responder
  • 7. Fabrício Brandão  |  7 novembro, 2008 às 6:00 pm

    Essa mesma Ouro Preto que devo a mim mesmo a visita retoma o emblema de um sentimento que escorre pelos cantos que habitamos. A cada lugar é dado o seu próprio mistério.

    Grade abraço, querido amigo!

    Fabrício

    Responder
  • 8. meg  |  7 novembro, 2008 às 8:46 pm

    Romério,
    E desta presença constante de Ouro Preto nos seus poemas começa a nascer em mim um sentimento de posse e de familiaridade com uma cidade que eu já penso que reconheço como minha…é possível?

    Um beijo para a Musa e outro para você, com muito carinho.
    meg

    Responder
  • 9. mariza lourenço  |  10 novembro, 2008 às 9:02 am

    Ouro Preto eu amo, ainda que não a visite há tantos anos. existem lugares que ficam pra sempre além da gente. taí a beleza.
    belo poema!

    Romério, perdoa o atraso em visitá-lo, em minha defesa digo nada, porque para certas indelicadezas somente uns bons puxões de orelha resolvem. no entanto, eu tardo mas não falho. 🙂

    grande beijo.

    Responder
  • 10. Pedro  |  11 novembro, 2008 às 7:16 am

    Estão maravilhosos os poemas de Ouro Preto. Não é fácil, essa cidade, muito linda mas muito assombrada. Mas tuas palavras estão à altura, e mais.

    Responder
  • 11. carlinhos medeiros  |  11 novembro, 2008 às 8:38 am

    Grande abraço, meu poeta maior.

    Responder
  • 12. Bipede-Implume  |  12 novembro, 2008 às 10:57 pm

    Passeio por Ouro Preto de mão dada com seus versos.
    Caminhada de descoberta e maravilha.
    Grande abraço de Lisboa.

    Responder
  • 13. Romério Rômulo  |  16 novembro, 2008 às 11:13 am

    fabrício:
    pra mim ouro preto é sempre estranha.faça a visita.
    um abraço.
    romério

    Responder
  • 14. Romério Rômulo  |  16 novembro, 2008 às 11:15 am

    meg:
    você pode não saber,mas já participa da cidade.
    a musa e eu mandamos um beijo.
    romério

    Responder
  • 15. Romério Rômulo  |  16 novembro, 2008 às 11:18 am

    mariza lourenço:
    você é sempre bem vinda.a ouro preto,certamente.ao blog,sempre.
    espero a volta da germina,de beleza marcante.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 16. Romério Rômulo  |  16 novembro, 2008 às 11:20 am

    pedro:
    a cidade é mesmo assombrada.muitos me dizem isso.
    um grande abraço.
    romério

    Responder
  • 17. Romério Rômulo  |  16 novembro, 2008 às 11:21 am

    carlinhos:
    sou alinhado com a “bodega”.
    um abraço fraterno.
    romério

    Responder
  • 18. Romério Rômulo  |  16 novembro, 2008 às 11:23 am

    bípede:
    continue por ouro preto.sempre fizemos dupla com lisboa.
    um abraço daqui.
    romério

    Responder
  • 19. janaina amado  |  16 novembro, 2008 às 7:12 pm

    Romério,
    Achei excelente este poema. Me vi em Ouro Preto, revi Ouro Preto pelos seus olhos de poeta. Parabéns.

    Responder
  • 20. Romério Rômulo  |  16 novembro, 2008 às 11:25 pm

    janaína:
    bom que você reviu ouro preto.obrigado.
    romério

    Responder
  • 21. líria porto  |  17 dezembro, 2008 às 10:34 am

    então! quando minha filha disse que será transferida para outro preto fiquei felicíssima – amo essa cidade como se já tivesse nascido aí uma porção de vezes!

    cada rua, cada curva, tudo é poesia!

    Responder
  • 22. líria porto  |  17 dezembro, 2008 às 10:35 am

    não!!! eu digito tão depressa – ouro preto, alma – é assim!!!

    Responder
  • 23. Romério Rômulo  |  17 dezembro, 2008 às 11:09 am

    líria:
    a vila é muito estranha.aqui se nasce sempre.sua filha será
    nossa companheira,certamente.
    romério

    Responder

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