per augusto

1 outubro, 2008 at 8:00 am 2 comentários

meu coração tem vale de equações
com um ananás que se lhe encerra o peito.
u’a serra estridente lhe remonta
de paixões o séqüito de entranhas.
de as estradas serem o ninho breve
sobra o esgoto da linha do horizonte.

a cumiada do olho, brusco traço
da vida, pisa língua e estrato, o corpo.

uma beleza, esta que me caminha.

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(abertura) mulher e noite são desejos sabidos

2 Comentários Add your own

  • 1. meg  |  1 outubro, 2008 às 7:52 pm

    Romério,

    Por que tropeço em versos como estes?

    “a cumiada do olho, brusco traço
    da vida, pisa língua e estrato, o corpo.”

    Me envolvo nas palavras e saio vencida.

    Um beijo
    meg

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  1 outubro, 2008 às 10:25 pm

    meg:
    é um poema para atropelamento.
    um beijo.
    romério

    Responder

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