per anima

19 setembro, 2008 at 12:13 am 2 comentários

per anima! fraqueza e indolência
vertebram este corpo.
quando deles nascem ruídos
a mata estrepitosa permanece.
o lombo do olho, a face reservada
dizem sabedoria. se estar no canto
estabelece verdade, sobra à tarde
resguardar silêncios.
o corte da pedra, a faca, um elefante
de noite se estabelecem no ventre
como bravos. a pura cidade
é permanência.
cada luz
um ventre desvairado.

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(proprietários de heranças) (levantar poço e água)

2 Comentários Add your own

  • 1. CRIS MORENO  |  22 setembro, 2008 às 12:08 pm

    RR:
    e tudo isso na caverna.

    um cheiro

    C

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  22 setembro, 2008 às 5:16 pm

    essa caverna é ambígua,cris.
    um beijo.romério

    Responder

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