frugal

8 setembro, 2008 at 7:07 pm 12 comentários

me cabe mostrar
a densa face do meu rosto,
a tênue dança do meu lábio,
o rastro duro de uma ânsia selvagem.

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cantiga de roda (proprietários de heranças)

12 Comentários Add your own

  • 1. Ane Brasil  |  8 setembro, 2008 às 10:07 pm

    Aê, se é amigo do Moacy é meu amigo também!
    Agora péra lá que eu vou dar uma zoiada nos teus poemas.
    Sorte e saúde pra todos!

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  8 setembro, 2008 às 10:19 pm

    ane:
    muito bom que você tenha aparecido.e espero que a olhada nos poemas te traga de volta.
    um abraço grande.
    romério

    Responder
  • 3. CRIS LIMA  |  11 setembro, 2008 às 11:18 pm

    AH MEU CARO,MAIS UMA VZE REPITO…TEMOS TÃO POUCO A DIZER,QUANDO HÁ TANTO A SE SENTIR!!!!!!!!

    Responder
  • 4. Romério Rômulo  |  11 setembro, 2008 às 11:26 pm

    cris:
    é fundamental sentir.
    romério

    Responder
  • 5. CRIS LIMA  |  13 setembro, 2008 às 8:08 am

    SIM MEU CARO,MAS TRANSCREVER ESSE SENTIR ASSIM COMO LEIO AQUI…SÓ AQUI MESMO!

    Responder
  • 6. Romério Rômulo  |  13 setembro, 2008 às 12:29 pm

    cris:
    “há um momento
    de tornar a palavra
    sentimento.”

    essa vai pra você.
    romério

    Responder
  • 7. Rose de Castro  |  14 setembro, 2008 às 4:24 pm

    “o rastro duro de uma ânisa selvagem”
    viajei em tuas palavras, poeta!
    beijoooooooooo

    Responder
  • 8. Romério Rômulo  |  14 setembro, 2008 às 6:43 pm

    rose:
    não há muito a dizer.obrigado.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 9. Clau  |  24 outubro, 2008 às 8:26 pm

    Nossa, que charme! Que classe para expressar tanta sensualidade!
    Parabéns, adorei !

    Responder
  • 10. Romério Rômulo  |  24 outubro, 2008 às 11:55 pm

    cláudia:
    obrigado.romério

    Responder
  • 11. pavitra  |  21 dezembro, 2008 às 11:42 am

    em mim as palavras são aromas
    florais ou carnais
    essências frugais
    na pele animal

    tuas palavras me adocicam
    e citrica e lentamente
    me suavizam

    Responder
  • 12. Romério Rômulo  |  21 dezembro, 2008 às 1:28 pm

    pavitra:
    obrigado pelo poema.
    romério

    Responder

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