madrugada encadeia luz

20 agosto, 2008 at 8:01 am 6 comentários

travado em pergaminho e vilarejo
um hábito de luz corrói seu tempo.

o meu extrato de pedra, a minha nuvem de atos,
obscurecem frio e madrugada.
corpo indigente permeia tempestade,
valo de luzes, contrição do medo.

as madrugadas fazem como lã
o ritmo da estrada, ovelha e pasto.
intenso e belo estado putrefato
do corpo! emoções me causam
um estardalhaço de anões na alma!

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Entry filed under: Matéria Bruta.

(o corpo pode ausências) O luto no Sertão

6 Comentários Add your own

  • 1. Daniel  |  20 agosto, 2008 às 4:43 pm

    (Olá. Desculpa o comentário fora do assunto do post, mas eu acho que pode interessar. Aqui é Daniel, do http://www.amalgama.blog.br. É o seguinte: estamos criando uma página no site para blogs parceiros, e estou te convidando a fazer parte. Além de ter o link do teu blog permanentemente na página de parceiros, todo fim de semana lincaremos no Amálgama os melhores posts da semana publicados nos blogs parceiros. É mais uma oportunidade pra você ganhar leitores. Para ser parceiro nosso, você deve pôr aqui em sua barra lateral a widget que contém as atualizações do Amálgama; nada que vá tomar muito espaço.

    O que me diz? Se quiser fazer a parceria, me contata através do editor.amalgama@gmail.com que eu te passo o código da widget e esclareço qualquer dúvida que tu possa ter. Aguardo o e-mail.)

    Responder
  • 2. meg  |  20 agosto, 2008 às 8:41 pm

    Romério,

    ovelha e pasto.
    intenso e belo estado putrefato
    do corpo! emoções me causam
    um estardalhaço de anões na alma!

    Ah… mas isto me lembra leituras muito recentes, recentíssimas… intenso e belo estado putrefato do corpo…

    Beijo
    meg

    Responder
  • 3. Romério Rômulo  |  20 agosto, 2008 às 10:51 pm

    daniel:
    vamos fazer,sim.te mandarei um e-mail.
    um abraço.
    romério

    Responder
  • 4. Romério Rômulo  |  20 agosto, 2008 às 10:53 pm

    meg:
    quais leituras?um beijo.
    romério

    Responder
  • 5. Rose de Castro  |  27 agosto, 2008 às 7:53 pm

    Vou ressaltar o que a Meg comentou e me provocou dislumbramento pela beleza dos versos:

    ovelha e pasto.
    intenso e belo estado putrefato
    do corpo! emoções me causam
    um estardalhaço de anões na alma!

    E esse final: estardalhaço de anões na alma, deixou-me sem palavras. Tanta coisa eu tinha a dizer mas calo-me com os anões da minha alma.

    Li os outros poemas mas este foi o que mais me tocou.

    Aplaudo!

    Responder
  • 6. Romério Rômulo  |  28 agosto, 2008 às 11:46 pm

    rose:
    muito obrigado.um beijo.
    romério

    Responder

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