(o corpo pode ausências)

19 agosto, 2008 at 6:01 pm 2 comentários

o tumulto do corpo pode ausências.
calar tem por demais, arrefecido
instante da manhã chamado vento.
uns mistérios, dizer o mais que sono
sem a palavra livre revelada.

quando uma carne concebe, intimamente,
uma outra carne rasura seu instante
mais breve de pedra. e saber
aquilatar é tudo, face o tempo.

que outros mais dizer irão, somente,
sabedorias se nem cabe a rouca
lamúria que no lábio sempre espera
pelo espaço de só ser lamúria.

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Entry filed under: Matéria Bruta.

o poema – 2 madrugada encadeia luz

2 Comentários Add your own

  • 1. meg  |  19 agosto, 2008 às 8:47 pm

    Romério, comentei esta noite os seus poemas Amplidão, Uma Morte dos Tempos, Poesia, e Poema 2.

    Voltei de novo e os comentarios sumiram à excepção de Amplidão.

    Não imagino o que se possa ter passado. 3 comentários de uma vez só? ´

    Beijo
    Meg

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  19 agosto, 2008 às 9:40 pm

    meg:
    de fato não encontrei os comentários.desculpe.um beijo.
    romério

    Responder

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