cidade âmago de vida

9 agosto, 2008 at 12:10 am 6 comentários

não há tremido que a manhã não caiba.
é indolor o campo, vem dos rasos
o que nos cerca, mudos, tão insones.
o beco que resvala em nossa mão
tem um tamanho, que viver-lhe a entranha
pode ser a nascente deste outro.

estas cidades mudam de caminho.

tantas são elas que rever seu corpo
é mais criar o ritmo da espera.
outras nos chegam, mais, tamanha amada,
que sobre nós, aqui, sobra o relento.

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Entry filed under: Tempo Quando.

o uivo, uma poesia desbravamento II

6 Comentários Add your own

  • 1. Renata  |  10 agosto, 2008 às 1:14 am

    RR,
    Gosto disso:
    “(…) vem dos rasos
    o que nos cerca, mudos, tão insones.”

    Beijo,
    Renata

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  10 agosto, 2008 às 2:29 am

    renata:
    você define.o moacy cirne publicou uma dessas pílulas que você
    descobre.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 3. meg  |  10 agosto, 2008 às 2:43 pm

    Romério

    As tuas cidades são teias de becos com presas.
    Intransponíveis e inacessíveis. Para mim.
    Beijo
    meg

    Responder
  • 4. Romério Rômulo  |  11 agosto, 2008 às 12:11 am

    meg:
    estas cidades são confusas.bissetrizes.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 5. Diego  |  13 agosto, 2008 às 4:31 pm

    Romério
    Olá…
    Tais cidades são deveras complicadas….
    O poema é muito penetrante…
    Abcos

    Responder
  • 6. Romério Rômulo  |  13 agosto, 2008 às 6:30 pm

    diego:
    cidade não é coisa fácil.
    um abraço.
    romério

    Responder

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