uma poesia carrega sempre outra

5 agosto, 2008 at 8:28 am 4 comentários

o texto é naufrágio e é silêncio.
quando da pedra salta-lhe uma cabra
seu dia contado vê-se rubro.

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Entry filed under: Matéria Bruta.

(como se nas ruas do tempo) vôo alavancado

4 Comentários Add your own

  • 1. meg  |  5 agosto, 2008 às 9:16 pm

    Romério

    …a pele vermelha do ar solta-se
    em vigores….

    Quase de cor já te sei as palavras.

    Beijo
    meg

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  6 agosto, 2008 às 12:18 pm

    meg:
    o seu domínio do trabalho cresce.um beijo.
    romério

    Responder
  • 3. Renata  |  10 agosto, 2008 às 1:10 am

    “O texto é naufrágio e é silêncio.” Ponto.
    Isso é definitivo. Fico aqui submersa e silente.

    Beijooooooooooo

    Responder
  • 4. Romério Rômulo  |  10 agosto, 2008 às 2:36 am

    renata:
    aí você montou o fragmento do seu fragmento.
    um beijo.
    romério

    Responder

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