(como se nas ruas do tempo)

5 agosto, 2008 at 8:20 am 4 comentários

a serra dos seus corpos: chuva, pedra e vento.
seus pedaços podem brandir cascalhos e diamantes.
há rasgos de homens, nas baixadas,
que lhes carregam os corpos.
lambidos seus canteiros, sobra-lhes mistério.

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avos e destinos uma poesia carrega sempre outra

4 Comentários Add your own

  • 1. Rose de Castro  |  5 agosto, 2008 às 6:30 pm

    Fascinante e metafórica. Um mistério nas ruas do tempo. Beijo!

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  6 agosto, 2008 às 12:20 pm

    rose:
    o exercício é descobrir o mistério.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 3. meg  |  6 agosto, 2008 às 6:46 pm

    Romério

    Tempestade de palavras feitas pedras.
    Cortantes e agrestes.
    Sinto a avalanche dos corpos, ou delirio ?

    Beijo
    meg

    Responder
  • 4. Romério Rômulo  |  6 agosto, 2008 às 10:46 pm

    meg:
    obrigado sempre.
    um beijo.
    romério

    Responder

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