(a musa carece de minguante)

25 julho, 2008 at 12:03 am 4 comentários

recarregar de asperezas o corpo.
a manhã faz tempo ser espinho,
se outra novela não disser do outono.
quando, cruel viela, direi que outro
foi o campo vital da minha dúvida?
quando, noite passada, farei sono
ser mais que soturnez?

tanto mundo se mostra pedra
se facas regateiam nacos.

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entre poetas de tudo o risco na pedra vai dizer

4 Comentários Add your own

  • 1. Pedro Du Bois  |  25 julho, 2008 às 11:05 am

    Caro Romério,
    perfeito!!
    abraços,

    Pedro

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  25 julho, 2008 às 12:09 pm

    pedro:
    muito obrigado.um abraço.
    romério

    Responder
  • 3. adelaide  |  25 julho, 2008 às 3:52 pm

    Bonito poema, Romério.
    um beijo.

    Responder
  • 4. Romério Rômulo  |  26 julho, 2008 às 12:21 am

    adelaide:
    muito obrigado pela presença e pelo comentário.
    um beijo.
    romerio

    Responder

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