(toda a pele do homem)

18 julho, 2008 at 12:03 am 2 comentários

terras e águas, meu ávido destino,
lusco-fusco de cansaço na noite.
belzebus tardios lufando prumos,
estandarte de rito feito treva.
se, babilônia no peito, os azares
— fatídicos e atávicos azares —
acalantam os poços da memória,
só o banal do vento tem destino.

saber mais, se o tempo só, em água
percorre o assobio da treva.
um ananás alimenta aves no escuro,
um tanque de melados devaneia.

— quando carne se revela em açúcares,
a pele do homem, toda, é uma noite.

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Entry filed under: Matéria Bruta.

o ar é puro manejo tua ausência solta

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