posso regar a noite de auroras

15 julho, 2008 at 12:01 am 2 comentários

posso ser vento e água numa noite.
poeta é fogo de esgarçar vitral.

opera um açoite, quando o tempo
sonoro se arrefece num arregalo
de medo e uivo. dor, tormenta
será o que sobrar nesta cidade.

dardos por olhos, sempre desfibrados
calentam a timidez de certos corpos
no ruído da mão, sempre latente.

— há verbo que se faça sobre nós?

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Entry filed under: Matéria Bruta.

Oh! Que estúpido fui! por meu amigo

2 Comentários Add your own

  • 1. meg  |  15 julho, 2008 às 5:51 pm

    Romério,

    São as palavras. tratas as palavras como se fossem
    peças de um puzzle. E sempre me encanta a maneira
    como o fazes.

    Beijo
    meg

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  23 julho, 2008 às 5:09 pm

    meg:
    obrigado.um beijo.
    romério

    Responder

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