trago margens de rios

6 julho, 2008 at 3:13 am 2 comentários

eu,
que sempre namorei fantasmas
só hoje lembro.
marchei por terras planas:
lama e poeira, essência.
por rebeldia, montanhoso,
nervo íngreme.
sangue vulcânico do passado passado.
abismos da memória me teceram
a pele.

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Entry filed under: Tempo Quando.

anteontem quiseram mais Marlene e seus amiguinhos

2 Comentários Add your own

  • 1. meg  |  6 julho, 2008 às 5:12 pm

    Romério

    eu

    este ego que se revela
    de rompante.
    surpresa ou aceitação
    de nervo
    tenso
    intenso
    na pele o estigma
    do sangue
    feito lava.

    Mais um absurdo

    Beijo
    meg

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  7 julho, 2008 às 6:56 pm

    meg:
    caminhar pelo absurdo tem motivos.
    um beijo.
    romério

    Responder

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