rasos

4 julho, 2008 at 2:49 am 4 comentários

1.
éramos de dois. cada um no seu cada.
rio de rio que lhe se desfaz. amplos de
mundo, tudo. alargado coração em corpo.
similares das margens.

2.
trago margens de rio. peixes me lambem.
como visgo, vejo coração. cabelo de
retardo. a caminhada é sol que rumino.
a solidão pronta, jaça sem jaça.

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Entry filed under: Tempo Quando.

ferro e ouro sempre se vê por aqui tua breve madrugada te seja leve

4 Comentários Add your own

  • 1. meg  |  4 julho, 2008 às 4:34 pm

    Romério,

    sempre a natureza,
    a presença de rios,
    pedras solidão,
    margens generosas
    indomáveis

    mas um coração
    insubmisso
    sempre maltratado
    masoquista?

    Solidão jaça sem jaça
    mancha?
    ou jactância!

    Mas quanta provocação!

    Beijo
    Meg

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  4 julho, 2008 às 5:16 pm

    meg:
    arte sem provocação?
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 3. Minucha  |  4 julho, 2008 às 6:56 pm

    Romério

    Não sei o que quer dizer “jaça sem jaça”
    esta portuguesa, heim?!!

    Mas me fez lembrar de uma coisinha
    Ponho amanhã

    beijinho

    Responder
  • 4. Romério Rômulo  |  4 julho, 2008 às 9:17 pm

    minucha:
    jaça é um defeito num mineral,numa pedra.muitas vezes,uma descontinuidade.
    jaça sem jaça:defeito sem defeito?
    um beijo.
    romério

    Responder

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