estações

3 julho, 2008 at 1:15 am 2 comentários

há um tempo.
mesmo das infidelidades há um tempo.
o olho do campo regurgita os pastos.

há um tempo.
mesmo da permanência havida há um tempo.
os bruscos lençóis resvalam cores
amplas de medo.

há um tempo.
mesmo de braços contidos há um tempo.
sem mais ver,
bruscos rugidos vão prestar tempestades.

quantas noites os tumultos violam
de manter falências e medos?
quatas gargantas se contêm de dizer?

há um tempo. claro e justo tempo.

(texto da revolução contida)

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Entry filed under: Matéria Bruta.

saber o corpo cada novelo de pedra faz sentido

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