somos a face de querer ser noite

26 junho, 2008 at 12:00 am 2 comentários

eu quero carregar a tua sombra
como lastro do olho que me habita.
teu elo, se existe, pode ser
um calo em ricochete pela alma.

estados de olhar são puros astros
amadas no horizonte, puro vento
como pedra se faz no corpo ardente
e estrada a recompensa de uma mão.

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Entry filed under: Matéria Bruta.

noite vermelha quero dizer que manuelzão foi boi – VIII

2 Comentários Add your own

  • 1. meg  |  26 junho, 2008 às 11:49 am

    Romério,

    De cor
    te sei as palavras,
    de noites sempre presentes,
    Estados de olhar …
    puros astros ou estados de sítio?
    se
    um calo em ricochete pela alma
    em corpo ardente…

    Perdoe-me a ousadia, atrevimento mesmo, mas seus poemas
    me fazem dizer palavras que não sei. São suas e roubo-lhas, atamancadamente, para meu deleite.

    Beijo
    Meg

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  26 junho, 2008 às 4:16 pm

    meg:
    não percebo este roubo das palavras.se o que escrevo te é útil,
    então,é caminhar.um beijo.romério

    Responder

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