quero dizer que manuelzão foi boi – II

17 junho, 2008 at 12:28 am 2 comentários

o texto é naufrágio e é silêncio.
quando da pedra salta-lhe uma cabra
seu dia contado vê-se rubro.
a pele vermelha do ar solta-se
em vigores. uma poesia carrega
sempre outra. cada grão avalia
o extrato como podre. querelas
são fontes de desejo. e os desejos,
noites.

preso dos olhos, manuel é cumieira.

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Entry filed under: Inéditos, Manuelzão.

quero dizer que manuelzão foi boi – I “resta buscar o que sobrou do amor”

2 Comentários Add your own

  • 1. meg  |  17 junho, 2008 às 12:49 am

    Romério,
    Ainda vou correr atrás de Manuelzão e da sua história.
    Mas chegou a hora de descansar.
    beijo

    Resposta
  • 2. Romério Rômulo  |  17 junho, 2008 às 9:10 am

    meg:
    a história do manuelzão é intensa.gosto de dizer que o guimarães
    rosa é um dos personagens do manuelzão.
    um beijo.
    romério

    Resposta

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