matéria bruta

11 junho, 2008 at 2:00 am 2 comentários

dizer te amo,
bruta matéria,
se a resposta tem dentes de desgaste.

se as vísceras do mar te alimentassem
sobrava-te a imensidão e pura dor
carregarias no colo, aedo adjacente
dos tonéis do riso. é puro o espaço
do teu corpo, somado e mal somado.

quando virás trazer a gota do teu olho?
que multidões te encalham o riso
e a luva? vestes o quê no ventre?

Anúncios

Entry filed under: Matéria Bruta.

A palavra rude de Romério Rômulo navegante

2 Comentários Add your own

  • 1. meg  |  11 junho, 2008 às 9:47 pm

    Romério,

    Seus poemas me pôem doida! Hermético… ou Camões?
    Amanhã o livro vai-me acompanhar.
    E volto à noite.

    Beijos

    Resposta
  • 2. Romério Rômulo  |  11 junho, 2008 às 11:29 pm

    meg:
    se você enlouquecer com esta poesia vamos ficar sem uma grande companheira.o camões está alguns palmos acima.
    um beijo pra você e pra todos os nossos amigos daí.
    romério

    Resposta

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Trackback this post  |  Subscribe to the comments via RSS Feed


Feeds

junho 2008
S T Q Q S S D
    jul »
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

RSS Fênix em Verso e Prosa

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

%d blogueiros gostam disto: