(ao affonso ávila)

9 junho, 2008 at 6:32 am Deixe um comentário

ponte azulada. contos.
pela casa espalham documentos
tal e qual fossem eles os ungüentos
salvadores de cláudio na escada.

como affonso dedilha sua lira
pelos esconsos flagrados de escravos
a multidão em repulsa solta uns bravos
rugidos que incendeiam aquela pira

molhada de luz. soubesse eu dos versos
de cláudio na manhã em que morreu
diria aos ditames do reinado
cláudio é eterno: o rei enlouqueceu!

condenaria o rei a varrer pedras
e brumas da vila de sempre. em seu reinado
as pragas o teriam mutilado!

(ponte: contos)

(per augusto)

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Entry filed under: Avulsos.

sou, por meus inteiros, vários alvorada

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