alvorada

9 junho, 2008 at 3:00 pm 4 comentários

sublime devastação do corpo, brado extirpado
da terra adjacente, que envolve
rasgo e pleno.

quanto resta no dente da manhã
que seja folha?
quanto sobra de brilho em cada
corpo revelado noite?

(te dizer minha manhã incendiada)

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Entry filed under: Matéria Bruta.

(ao affonso ávila) Bernardo Guimarães

4 Comentários Add your own

  • 1. Fênix  |  10 junho, 2008 às 12:34 am

    Romério
    “(te dizer minha manhã incendiada)” – uau!
    Mais um dos seus versos perfeitos. Depois que eu des-estancar, quem sabe eu não me aposso um pouco dele e faço uns versinhos, hehe.

    beijoooooo 🙂

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  10 junho, 2008 às 12:50 am

    fênix:
    renascer é do seu cotidiano.tome posse da manhã incendiada e
    vamos lá.espero resultado pra breve.quem sabe hoje?
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 3. meg  |  10 junho, 2008 às 9:00 am

    Romério,

    acho que você foi pegado por dois “abutres” que não vão deixar nada para você.
    Abutre, no Brasil é urubu, não é?

    Um abraço

    Responder
  • 4. Romério Rômulo  |  10 junho, 2008 às 12:28 pm

    meg: com os supostos “abutres” eu me dou bem.
    o abutre,no brasil,seria o gavião.não o urubu.
    um abraço.
    romério

    Responder

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