pleno na tua boca

8 junho, 2008 at 12:00 am 2 comentários

teu braço pode ser tamanho corpo
que se refaz na trânsita morada.
repiques tão mais breves, reticentes,
percorrem minha mansa imensidão.
teu trato é mais reter a tua ausência
é ver a tua ordem repetida
no braço e pulso de tua veia ardente.
mais, nossos corpos cindem-se em manhã
na verve de tua pele que me chega.
tamanhos são tamanhos, só me sinto
no pleno ampliar da tua boca.
podem ser atos nossos breves sonos
se nossos olhos se cobrem das ausências.

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Entry filed under: Tempo Quando.

dos habitantes internos sou, por meus inteiros, vários

2 Comentários Add your own

  • 1. Efigênia Coutinho  |  10 junho, 2008 às 12:56 pm

    Olá poeta, aqui estou, e como seus versos plena, pois ler você, é para mim um sentido absoluto da poesia, onde traças a palavra na forma mais eloqüente, dando sentido aos sentidos, quando dela vamos lendo, obrigada por dividir este espaço literário .
    Com imensa admiração,
    Efigênia Coutinho

    Responder
  • 2. Romério Rômulo  |  10 junho, 2008 às 1:08 pm

    efigênia,poeta:
    obrigado por suas palavras.espero reencontrá-la aqui.
    um abraço cordial.
    romério

    Responder

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