onipresença

6 junho, 2008 at 12:05 am 3 comentários

se tua ausência solta se ativer
ao úmido canto de alguma ave,
em relatar a anêmica distância,
mais que atiçar o nervo teu, refeito,
mais que atirar a névoa no teu colo,
é me dizer em ti, íntimo instante.

tua face que é tanta e tão ausente
me cala o corpo agudo em tal instante.

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Entry filed under: Tempo Quando.

paralelepípedos ouro preto, minha

3 Comentários Add your own

  • 1. Pedro Du Bois  |  6 junho, 2008 às 2:23 pm

    Caro Romério,
    parabéns pelos poemas e pelo blog.
    estou divulgando-o entre os meus amigos.
    abraços,

    Pedro

    Responder
  • 2. romério rômulo  |  6 junho, 2008 às 7:12 pm

    pedro:
    obrigado pela presença e pela divulgação.
    um grande abraço.
    romério

    Responder
  • 3. Alcinéa Cavalcante  |  6 junho, 2008 às 11:53 pm

    Meu grande poeta, teu blog enriquece a blogosfera e nos permite aquietar a alma com tua bela poesia.
    Estarei todos os dias por aqui antes de dormir.
    Beijos

    Responder

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