aço, 1
12 fevereiro, 2012 at 6:45 am Romério Rômulo 3 comentários
eu construí a musa de improviso
com uma carne feita de maçã
e uma terra certa: o paraíso.
mas eu padeço de febre terçã
e o seu olhar de aço foi o aviso:
a minha musa é toda em rolimã.
romério rômulo
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1.
roberto lima | 12 fevereiro, 2012 às 2:11 pm
saudade de te ler, poeta grande.
2.
Mirse Maria de Souza Albuquerque | 12 fevereiro, 2012 às 6:41 pm
MUITO BOM!
O poeta merece uma musa com carne feita de maçã, tendo por terra, o paraíso.
Beijos
Mirze
3.
Tania | 13 fevereiro, 2012 às 8:19 am
Grande poeta! Beijos