eu sempre fui ao coração das coisas
24 janeiro, 2012 at 5:49 am Romério Rômulo 7 comentários
eu sempre fui ao coração das coisas
revelei minhas tripas aos insensatos
e velejei pelos mares mais torpes
em busca da ciranda.
parti todas as lanças que me mandaram
e, no último instante, arremessei meus ossos
no lodo.
quando virem um ser penado
uma vaga incandescente nas valas
contem certo:
sou eu atravessado nos pastos.
romério rômulo
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1.
inatngivelMirse | 24 janeiro, 2012 às 6:20 am
Romério!
Você escreve bem demais. O poema embora triste é belíssimo!Mesmo assim, no caso de ver um ser penado numa vala, não vou conferir, principalmente sabendo que pode ser um poeta.
Beijos
Mirze
2.
Tania | 24 janeiro, 2012 às 11:19 am
Querido, você É o coração das coisas. Sinto-o quando leio seus versos. Maravilhoso!
Beijos,
3.
Ana Cecília | 24 janeiro, 2012 às 1:59 pm
Nossa! Seu poema nos deixa atravessados nos pastos.
Abraço grande, poeta!
4.
Adriano Nunes | 24 janeiro, 2012 às 4:14 pm
Amigo Romério,
que poema lindo! Grato por ter-me enviado!
Abraço forte,
Adriano Nunes
5.
eriqa | 24 janeiro, 2012 às 11:48 pm
*sorrindo*
num dia cinza, Prof, uma nesga de luz.
um beijo,
e.
6.
lilly falcao | 25 janeiro, 2012 às 10:29 pm
a ciranda é quem pede para ser encontrada e bem dita por ti, poeta.
lilly falcão.
7.
Flávia | 27 janeiro, 2012 às 10:26 pm
Também eu quero viajar em busca de cirandas.
Para me encontrar, talvez.