fragmento, 1
2 janeiro, 2012 at 1:01 pm farailda 1 comentário
fragmento, 1
quando eu morrer amanhã, não interrogue
da só devassidão dos meus ofícios
eu deixo um girassol, como van gogh
e um afro-samba travado de vinicius.
romério rômulo
Entry filed under: Uncategorized. Tags: .
1 Comentário Add your own
Deixe uma resposta
Enviar trackback para este post | Subscribe to the comments via RSS Feed

1.
inatngivel | 2 janeiro, 2012 às 3:47 pm
QUE GRACINHA !
Romério , poetas como você, não morrem; já se eternizaram vos poemas.
O afro-samba. travado do Vinícius está em testamento, por certo.
EXCELENTE