no cosmopolitismo das moneras

19 Outubro, 2009

desta homogeneidade indefinida
nasce a maçã, o polvo virulento.
corto na tarde o rasgo da notícia
que chega, anquilosada, feito vento.

Entry Filed under: Per Augusto & Machina. .

18 Comments Add your own

  • 1. Meg  |  19 Outubro, 2009 at 7:38 pm

    Meu poeta,

    Como um tornado
    a fúria que sinto nos teus versos,
    deixa-me, ai de mim,
    completamente sem palavras.

    Beijo
    meg

    Responder
    • 2. Romério Rômulo  |  20 Outubro, 2009 at 12:07 pm

      meg:
      sem palavras não há poesia. embora o silêncio possa ser contundente.
      um beijo.
      romério

  • 3. ana  |  19 Outubro, 2009 at 7:45 pm

    «polvo virulento» é espantosa a expressão!
    Gostei muito,
    bj

    Responder
    • 4. Romério Rômulo  |  20 Outubro, 2009 at 12:08 pm

      ana:
      como sempre, obrigado.
      um beijo.
      romério

  • 5. Cheira-me a Revolução!  |  20 Outubro, 2009 at 11:45 am

    A maçã do “pecado” e o polvo da “rapina” e uma boa imagem.

    Responder
    • 6. Romério Rômulo  |  20 Outubro, 2009 at 12:09 pm

      amigos:
      maçã e polvo são marcas deste livro.
      um abraço fraternal.
      romério

  • 7.  |  20 Outubro, 2009 at 12:37 pm

    Mto belo sempre o que escreve… já conhecia sua poesia pelodo blog da Meg…

    um beijo

    Responder
    • 8. Romério Rômulo  |  20 Outubro, 2009 at 12:50 pm

      rã:
      o blog da meg faz milagres.
      um beijo.
      romério

  • 9. Adriana Godoy  |  20 Outubro, 2009 at 3:41 pm

    Gostei disso. A força dos versos impressiona, como a maçã a um corte no vento. Beijo.

    Responder
    • 10. Romério Rômulo  |  25 Outubro, 2009 at 5:03 pm

      adriana:
      maçã a um corte no vento. te espero por aqui.
      um beijo.
      romério

  • 11. Ana Paula Ambrósio  |  20 Outubro, 2009 at 10:08 pm

    Você sempre tão intenso em tudo…]
    Te admiro muito, poeta!
    Beijo grande!

    Responder
    • 12. Romério Rômulo  |  25 Outubro, 2009 at 5:04 pm

      ana paula:
      você escreveu aqui? surpreendente.
      um beijo.
      romério

  • 13. Natália Nunes  |  21 Outubro, 2009 at 12:38 pm

    anquilosada.

    sempre, nos seus textos, há alguma palavra que me fisga, palavra ou expressão, aí fico a pensar se aquilo resume o texto todo, pela sonoridade e impacto. e acabo achando q sim.

    Responder
    • 14. Romério Rômulo  |  25 Outubro, 2009 at 5:07 pm

      natália nunes:
      esta sua idéia é interessante. encontrar a síntese da síntese.
      a palavra que te fisga.
      um beijo.
      romério

  • 15. betty  |  21 Outubro, 2009 at 2:28 pm

    .________querido Romério

    a soma igual________do poema

    .definem por inteiro as tuas palavras

    ____________///

    beijO_______ternO

    Responder
    • 16. Romério Rômulo  |  25 Outubro, 2009 at 5:08 pm

      betty:
      sua volta era necessária. já fazia tempo.
      um beijo terno.
      romério

  • 17. Janaina Amado  |  21 Outubro, 2009 at 6:34 pm

    Romério, parabéns pelo novo livro, já o encomendei. Tive um aperitivo dele na Nydia. Tua poesia me atrai e encanta.

    Responder
    • 18. Romério Rômulo  |  25 Outubro, 2009 at 5:09 pm

      janaína:
      me descabelo com essa poesia. obrigado.
      romério

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