1 Setembro, 2009
acaso na manhã velada
ter a matéria de imprimir avesso
soltar o cão de asa, uma só fala
em extinguir o corpo revelado.
aquela faca de extirpar loucura,
riacho manso que desprende vida.
Entry Filed under: Matéria Bruta. .
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1.
Moacy Cirne | 1 Setembro, 2009 at 8:38 am
“faca de extirpar loucura”:
estaria aqui a síntese do poema?
um abraço.
2.
Ana | 1 Setembro, 2009 at 5:34 pm
Forte como sempre!
Abraço
3.
nydia | 1 Setembro, 2009 at 10:29 pm
riacho manso que desprende vida…. beleza de manhã, romério.
como é bom te ler. beijos
4.
rogerio | 2 Setembro, 2009 at 12:23 pm
muito bom ! abraço
5.
adriano nunes | 2 Setembro, 2009 at 6:46 pm
Romério,
Muito bom!
Abração,
Adriano Nunes.
6.
Janaina Amado | 3 Setembro, 2009 at 9:47 am
Gosto da sua poesia, Romério, vc. sabe disso. Mas este poema em particular… achei excelente, excepcional! Obrigada por ele.
7.
lou | 3 Setembro, 2009 at 2:48 pm
Encatador!
Lou
8.
lou | 3 Setembro, 2009 at 2:53 pm
ops, encantador!
9.
Luciane | 5 Setembro, 2009 at 2:48 pm
De volta tb. Bjs! Lu.
10.
Katyuscia Carvalho | 25 Setembro, 2009 at 5:55 pm
Quando visito pela primeira vez um lugar, gosto de entrar descalça, sentir as palavras a cada tato do caminho, desbravar desapressada… e deter-me em algumas paragens.
Neste caso, detive-me um pouco aqui, cativada pelo ritmo dos sentidos, que ora dançaram mais intensa ora mais suavemente neste poema.
“Naquela faca de extirpar loucura”, a veia aberta em versos escreveu-me uma grande impressão pela sua qualidade literária…
Agradecendo sua “passagem” pelo Kanauã Kaluanã.
Katyuscia Carvalho.