bagagem
20 Maio, 2009
trago
uma secura no meu lado direito
que me proíbe de vender bananas.
trago
um martelo, tonel de badalos
que me safira e empresa os olhos.
quando milhos, tenho tantos
que me encarrego do tombo.
a sutil faca me faz anacoreta.
Entry Filed under: Matéria Bruta. Tags: Matéria Bruta, Romério Rômulo.
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1.
Moacy | 20 Maio, 2009 at 9:23 am
Rigor / Vigor.
Como sempre.
Poesia / Poema.
Como sempre.
Um abraço.
Como sempre.
2.
nina rizzi | 20 Maio, 2009 at 10:02 am
a minha secura por todos os fados
me faz vender de tudo.
hm, quase.
poema cei(f)ado sim
beijo.
3.
meg | 20 Maio, 2009 at 3:25 pm
Romério,
E de bagagem
insuspeita e atrevida,
se faz poesia…
como tu sabes
Um beijo
ps:adorei os poemas no Cronopios.
4.
Moacy | 21 Maio, 2009 at 9:01 am
O Balaio
acolheu, hoje,
a sua bagagem.
Um abraço.
5.
Romério Rômulo | 21 Maio, 2009 at 10:14 am
amigos,todos:
desde ontem à noite meu hotmail está com problema.estou incomunicável por lá e também não consigo deixar comentários.
um grande abraço.romério
6.
Yvy | 21 Maio, 2009 at 11:07 am
Oi Romério, muito bom o Cronopios.
Abrs.
7.
patricia caldas | 22 Maio, 2009 at 4:37 pm
ola,
milho e bananas….comida de sertanejo?
um beijo.
pa