cantiga de roda

7 Setembro, 2008

(para mãe e pai encantados)

é uma cantiga só
de um poeta na estréia
nasceram bibi e dodó
as flores da paulicéia.

a mãe é mãe amorosa
o pai, violão, bandolim
bibi com a face da rosa
dodó com a cor do jasmim.

bibi, beatriz, abelha
dodó, de caymmi, dora
uma, na ponta da telha
outra, na pele da aurora.

Entry Filed under: Avulsos, Inéditos. .

8 Comments Add your own

  • 1. Bibi  |  7 Setembro, 2008 at 8:27 pm

    Romério,
    Eu gostei muito do poema. Logo escreverei no meu blog de novo. Eu não escrevo muito porque eu não tenho muito tempo, por causa da minha rotina. Quando eu puder, eu gostaria de fazer um poema com você. E se der, um com a Dodó também. Beijos,
    Bibi

    Responder
  • 2. Fenix  |  7 Setembro, 2008 at 8:29 pm

    RR,
    Adorei. Principalmente a face da rosa e a cor do jasmim.
    Beijooooooooooo

    Responder
  • 3. Romério Rômulo  |  7 Setembro, 2008 at 10:15 pm

    bibi:
    que bom que você gostou.espero que você retorne ao seu blog.
    vamos fazer um poema juntos,sim.com a dodó também.a dodó gosta de escrever como você?dê nela um beijo por mim.
    vamos juntos fazer um poema interessante.pense sobre o quê.
    ou nós inventamos na hora.é possível fazer um poema sobre qualquer coisa.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 4. Romério Rômulo  |  7 Setembro, 2008 at 10:22 pm

    fênix:
    mãe das flores da paulicéia é coisa a ser considerada.fazer esse poema me deu uma alegria enorme.fiquei alegre com o texto,o que,no geral,não acontece.a bibi e a dodó são musas que me dão leveza.
    um beijo.
    romério

    Responder
  • 5. xico santos  |  8 Setembro, 2008 at 9:25 am

    Romério,
    sei lá quem foi que disse (o quê, mesmo?!)… “a arte fica completa quando ela surpreende o próprio criador”…
    Cantiga de Roda – que momento!!!
    Ah, como eu queria ver teu rosto no momento da criação dessa maravilha… como eu queria!
    Rosto? Será que fica, ou vira plasma?
    Que momento!
    Abraço,
    xico santos

    Responder
  • 6. Romério Rômulo  |  8 Setembro, 2008 at 9:45 am

    xico:
    esta simplicidade aparente do poema é o desafio.a bibi e a dodó,que conheço por fotografias e descrições da mãe e do pai,
    principalmente da mãe,foram definitivas nisso.
    um abraço.
    romério

    Responder
  • 7. rafaelcoelhocoelho  |  8 Setembro, 2008 at 3:27 pm

    Caro RR,

    Gostei muito dessa! Vê-se que há particularidades de sua vida pessoal, mas não importa: é uma cantiga de roda (não folclórica) que atinge a todos. O “não folclórica” é advindo do fato de estar aí aquilo que permanece como seu centro: o “embate com o mundo e a linguagem”.

    abço.
    Rafael.

    Responder
  • 8. Romério Rômulo  |  8 Setembro, 2008 at 5:06 pm

    rafael:
    minhas particularidades pessoais estão aí sim,rafael.você disse bem.e as musas,bibi e dodó,as flores da paulicéia,são da responsabilidade da renata e do ln.
    o embate permanece.
    um grande grande abraço.
    romério

    Responder

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