delírio quase louco, desdourado
4 setembro, 2008 at 12:27 am Renata 6 comentários
despir o corpo das pedras da polêmica,
andrajos de palavras, soletrar um
tempo de rosto que desvenda a noite.
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1.
Rose de Castro | 4 setembro, 2008 às 3:02 pm
rr, você não poupa esforços para fazer nossa alma delirar com seus poemas reflexivos.
2.
Romério Rômulo | 4 setembro, 2008 às 8:29 pm
rose:
obrigado.
romério
3.
Jane | 6 setembro, 2008 às 11:04 am
Adorei este poema. Gosto muito dos poemas pequenos ou textos pequenos, facas no ar. Como este.
4.
Romério Rômulo | 6 setembro, 2008 às 12:29 pm
jane:
obrigado.facas no ar são ameaças.
romério
5.
CRIS LIMA | 7 setembro, 2008 às 4:52 pm
ESSES CURTINHOS SÃO OS QUE ME CALAM!
6.
Romério Rômulo | 7 setembro, 2008 às 5:58 pm
cris:
creio que essa síntese bate mais forte,sempre.
romério