Archive for 3 agosto, 2008
canto
meu múltiplo canto. no entanto
mentes a dor do passado.
fazes tua da morada e viagem
um atrium de almas perfuradas.
quantos quasímodos
do antanho a rolar abraços?
cimitarras fluidas verão o cansaço
dos tempos. uma manhã implume
irá visar o astro maldito.
no tempero das almas, um cerrado.
