tua ausência solta
18 Julho, 2008
tua face é tanta e tão ausente
me cala o corpo agudo em tal instante.
Entry Filed under: Tempo Quando. .
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1.
Maína | 18 Julho, 2008 at 11:37 pm
Romério, esses seus ‘curtinhos’ são de tirar o fôlego!!!!
Beijos.
2.
ana santos | 19 Julho, 2008 at 6:20 am
bom fim de semana para si, aqui em Portugal o calor não nos deixa sair de casa, mas a praia espera-nos
3.
Mário Mendonça | 19 Julho, 2008 at 9:51 am
Caro Romério
Ausência sentida,
Fluido do amor ,
Se vai, a mente fica,
Implora, sua volta.
Abraços
4.
Nei Simas | 19 Julho, 2008 at 5:27 pm
Muito, muito bom, Romério.
5.
Saramar | 19 Julho, 2008 at 9:16 pm
Doem os versos como esta ausência tão intensa.
beijos
6.
Romério Rômulo | 23 Julho, 2008 at 4:48 pm
maína:os curtos são fragmentos dos longos.um beijo.romério
ana:obrigado pela presença de portugal.r.r.
mário:as ausências sentidas são as brabas.r.r.
nei simas:obrigado pela sua fala.r.r.
saramar:ausência e verso aqui batem iguais.romério
7.
CRIS LIMA | 1 Setembro, 2008 at 8:06 pm
MEU DEUS COMO PODES EM POUCAS PALAVRAS NOS FAZER SENTIR TANTO!
8.
Romério Rômulo | 1 Setembro, 2008 at 8:34 pm
cris:
você é o complemento do poema.de verdade.
romério
9.
CRIS LIMA | 31 Janeiro, 2009 at 10:27 pm
HJ FOI PRECISO VOLTAR A TAL POEMA…DORMIREI COM ELE!
10.
Romério Rômulo | 1 Fevereiro, 2009 at 10:40 am
cris lima:
espero que tenha tido um bom sono.
romério
11.
CRIS LIMA | 3 Fevereiro, 2009 at 11:21 am
OLHA EU POR AQUI DE NOVO MEU CARO POETA:
A AUSÊNCIA NÃO ME DEIXA DORMIR…SE NÃO O ENCANTO DE TEUS POEMAS